
Com sete anos de idade aprende a tocar bandolim com o seu pai. Durante a adolescência faz parte de várias bandas de rock entre as quais Xarhanga.
A partir dos seus vinte anos (ano da revolução de Abril de 74) e até aos trinta colabora em concertos e inúmeros discos com os mais importantes cantautores de Portugal destacando-se a sua colaboração com José Afonso.
Grava os seus primeiros álbuns de autor: "Bota-Fora", "Fernandinho vai ó vinho", "Lisboémia" e "Mãos de Fada". Em 1981 lança "Cavaquinho" o seu primeiro disco instrumental, ganhando vários prémios entre os quais o da Imprensa e da Crítica, iniciando assim o seu percurso como instrumentista.
Ainda com o Bandolim, em 2008 grava o CD "Geografias" e cria um concerto com o mesmo nome.
Em 2010 lança "Graffiti" um álbum de canções que conta com a participação de dez cantoras, entre as quais: Dulce Pontes, Maria João, Sara Tavares, Olga Cerpa (Espanha), Nancy Vieira (Cabo-verde) e Luanda Cozetti (Brasil).
Em 2013 retoma o Cavaquinho e grava o CD/Livro "Cavaquinho.pt" como ponto de partida para uma nova etapa dedicada a este instrumento como Presidente da Associação Museu Cavaquinho que visa documentar, preservar e promover a história e a prática deste instrumento.
A medalha de honra da SPA (Sociedade Portuguesa de Autores) chega em 2015 com a condecoração do grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
"Praça do Comércio" (LP + CD/livro) é lançadp em 2017 tendo recebido com este o prémio Pedro Osório da SPA e em 2018 recebe o prémio José Afonso pela Câmara Municipal da Amadora.
Em 2023 recebe o Prémio de Mérito Cultural pela Fundação Inatel e em 2024 publica o CD/Livro "Rasgar".
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