Em 1988 Paulo e Pedro Pereira começam a tocar profissionalmente em bares e no Algarve, e em 1989 juntam-se, no inigualável Cloque, em Portimão, ao Paulo Vilares e a Fernando Nunes (Naná), 4 almas gémeas musicais e não só́.

Em 1990 fundaram a banda Meninos d’Avó que se tornou um caso sério nos bares de todo o país; foram durante os anos 90 a banda de entretenimento dos bares de Lisboa. Tocaram nos sítios emblemáticos da época; Xafarix, Praça das Flores, Garetejo e dai aos espectáculos ao ar livre foi muito rápido.

A partir de 92 mais de 100 concertos por ano. Muitas queimas de fitas, muitas recepções ao caloiro, não houve faculdade deste país que não os tivesse visto.

Em 1992 tocaram nos Palácio de Belém no evento de Natal da Presidência da Republica; eles recordam o facto de Mário Soares ter ficado muito espantado por “aqueles jovens pagarem as propinas da faculdade com o que auferiam na música”. Ainda em 1992 os Meninos d’Avó são convidados da Mafalda Veiga para os concertos do S. Luiz, e lança o álbum “Nada se repete”.

Em 1993 viajam até ao Canadá, onde tocaram na Semana Cultural da Casa do Alentejo de Toronto. Também em 1993 fizeram 2 concertos emblemáticos: No Campo Pequeno, fazendo a primeira parte do 1º concerto do Luis Represas a solo e no Coliseu do Porto, abrindo para o Rui Veloso.

Nestes anos tem grande actividade como vozes em vários anúncios publicitários.

Em 1994 não existiam festivais de música à excepção da Festa do Avante, onde tocaram no palco 25 de Abril. Foram das poucas bandas, sem um disco editado, que actuou no palco reservado a artistas e bandas consagradas. Tiveram 60.000 almas a vibrar com eles nesse dia. Foi memorável.

1995 os Meninos d’Avó colaboraram com a Ala dos Namorados no álbum “Por minha Dama”.

Em 1997 participam no tema de Sergio Godinho “É a vida (o que é que se há-de fazer?)”. Nesse ano lançam o álbum “Meninos d’Avó”.

Em 2000 lançam o álbum “Há dias assim”. No final do ano 2000 decidem terminar com a banda.

Paulo Vilares e Fernando Nunes dedicam-se à parte técnica da indústria musical, e tornam-se também engenheiros de som. Paulo Vilares acompanhou tecnicamente Dulce Pontes nos seus melhores anos e hoje em dia para além de trabalho na engenharia de som em vários projectos, é o técnico ‘residente’ da artista Israelita Noa, figura maior da música em Israel e no mundo.

Fernando Nunes tem estado em grande no fado porque se dedicou de alma e coração à captação da alma do Fado. Carlos do Carmo, Camané, António Zambujo e Cristina Branco são apenas algumas das figuras que lhe continuam a confiar a gravação das suas vozes. O emblemático Filme de Carlos Saura, Fados, vencedor do prémios Goya, teve na arte do Naná enorme contributo.

Paulo e Pedro entretanto fundam o projecto do Quarteto dos 3 irmãos Pedro & Paulo. Neste formato dedicam-se ao chamado Corporate Entertainment. Sendo entertainers de corpo e alma, juntando música e humor… um pouco daquilo que já faziam nos Meninos d’Avó.

Pedro tem nesta altura um projecto em nome próprio, “P3DRA” corporizado em Dezembro de 2020 num disco de originais.

Em 2025 voltam a reunir-se numa apresentação única e ainda nesse ano reeditam a sua discografia online.

MENINOS D'AVÓ

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